sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

CAMALEÂO OFF

Bom, como todos já perceberam, não tenho mais postado nada novo ( e isso já faz algum tempo )...
Mas, para que os meus leitores não me esqueçam ( quer dizer, se é que há algum leitor fidedigno do camaleão - na verdade eu sei que há) eu posto este POST ( dãããrrrrr ) em respeito a você (s)....

Só queria dizer que, não tenho escrito mais nada por motivos muito pessoais....Mas, esses mesmos motivos um dia não serão tão válidos e eu voltarei ( ouvesse uma gargalhada similar à do esqueleto - inimigo no Heman)....



OBS: só estou escrevendo esse post Agora em respeito aos meus leitores e por que a tecnologia de hoje em dia me permite escrever enquanto faço cocô converso no meu celular....


bjos e feliz natal ( tá acabando a bateria desta merda de noteboock!)

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

ensinamento de camaleão: n°3

Olhe ao atravessar a rua! Isso salva vidas:

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.... Ou melhor dizendo: - você nunca sabe quando o Buzão te deseja como passageiro pra morte!

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

A benção!

Entramos na casa. Estávamos de mãos dadas. A moça que nos recebeu, pediu que aguardássemos um pouco na cozinha. Ela entrou em um quarto escuro, fechou a porta, e, aumentando o volume da voz, falou em alto e bom som:
- Vó, tem uma moça e um rapaz aí. A senhora pode atendê-los?

Passados alguns segundos ela retornou até a porta do quarto, abriu-a, olhou para a minha namorada e perguntou:

- Qual é o seu nome mesmo moça?...Eu já esqueci.

- É Fabiula! Respondeu minha namorada.

E entrando novamente no quarto escuro, ela repetiu em voz alta:

- É Fabiula vó! O nome da moça é Fabiula!

Foi então que com o auxílio da neta, vimos chegar até nós à benzedeira.
Ela pareceu muito feliz em nos receber. Ou, quem sabe, em saber que as pessoas ainda acreditam nas suas preleções místicas. Seus olhos estavam fechados, e senti que ela tentou os abrir para nos olhar, mas, esbarrou na cegueira. Manteve-os fechados e nos descreveu em cores. Como se sua visão estivesse intrinsecamente ligada a cheiro ou a energia. Ela falou em cores claras, branco e amarelo.
Fomos atendidos ali mesmo, na cozinha da casa. A benzedeira puxou uma cadeira da mesa, e virou-a para nós. Minha namorada sentou por primeiro na cadeira.

Enquanto as mãos da benzedeira acariciavam os cabelos de minha namorada, sua voz proferia uma oração bem baixinha. Era como se ela estivesse em transe.
Seus olhos, por mais que estivessem fechados, pareciam se movimentar sob as pálpebras - um movimento rápido e descompassado, - e sua voz ganhava dimensões cada vez mais profundas.
Eu, que observava isso de perto, fui tomado por uma energia diferente:
meu coração acelerou e, numa fração de segundos, meus olhos se encheram de lágrimas.
Senti uma vertigem energética, e meu corpo pareceu não agüentar ficar de pé.
Nesta hora, vi a benzedeira posicionar um crucifixo sobre a cabeça de minha namorada.
Ela falou algo como, “Que essa luz te proteja!”, e liberou minha namorada.
E como que pressentindo que eu estava prestes a cair, ofereceu-me a cadeira.

Sentei-me. De repente, o simples ato de sentar em uma cadeira, tomou a fantástica proporção de emergir a cabeça em um arco-íris. Com os olhos fechados, via uma infinidade de cores perambularem pelo escuro de minha mente.
Sentia-me tonto, enjoado, uma vontade estupenda de deitar e dormir.
As mãos da benzedeira deslizavam pelos meus cabelos em movimentos aleatórios.
Era como se ela possuísse dez cobras presas na ponta dos braços, e essas dez cobras tentassem desesperadamente fugir.
De repente ela parou. Disse algo como, “Nossa! Essa luz amarela está muito pesada!”.
Pegou o crucifixo e pressionou sobre minha cabeça. Orou em tom inaudível. Parecia falar numa língua diferente. E foi narrando o desaparecimento da tonalidade da cor:

“- Pronto, pronto, agora ela está indo embora! No seu lugar está entrando um tom mais brando!”

Neste momento, minha cabeça pareceu sentir o tom brando surgir. Foi como se eu conseguisse sentir o peso da cor.
Então, por fim, ela direcionou-me o crucifixo e ofereceu-me uma bondosa benção:

“– Que Deus o acompanhe!”

Após eu levantar, ela ergueu a cabeça e pareceu sair do Transe. Fez perguntas pra sua Neta, que também estava na cozinha, porém, fazendo outras coisas, como se nada daquilo estivesse acontecendo.
Depois de uma rápida conversa, fiquei sabendo que a Benzedeira além de cega era surda, e devia ter em torno de 94 anos. “Fazer o bem rejuvenesce” pensei, por que ela não aparentava ser tão idosa.
Ela nos alertou sobre alguns cuidados que devemos ter um com o outro (eu e minha namorada), além de dar-nos conselhos cuidadosamente construídos a partir da nossa data de nascimento e signo.

Quando estávamos indo embora, minha cabeça ainda parecia girar e eu tive de esperar um pouco sentando no meio fio de uma rua qualquer, mas, com a sensação inexplicável de ter sido purificado totalmente. Foi como se Deus me enviasse um mar de paz e me dissesse: “Vai Ezaqueu, Mergulha que é tua vez! Mergulha que esse mar está reservado a quem vê a vida com outros olhos!”.

Neste dia, a simples lembrança do sorriso mágico da benzedeira era o suficiente para me apaziguar a mente, o suficiente para rejubilizar o meu humor, e eu ainda sentia o peso da cor branda pacificar o meu corpo e voz dela dizendo:

“– Que Deus o acompanhe!”

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

TERAPIA ANTI - STRESS parte 1

Meu pensamento percorre uma idéia qualquer...
Não vejo a morte, mas tem cheiro de mulher...
talvez haja liberdade nos caminhos que eu escolher...
Quero minha mente livre para voar em todos os cantos...
às vezes você acredita que pode ir em frente,
mas, às vezes retroceder é o melhor...
algumas idéias do seu interior são melhores do que as do exterior...
algumas coisas externas são melhores do que as coisas aí de dentro...´
É difícil achar que o caminho será um só,
às vezes UM SÓ só existe dentro de um monte de coisas....
Eu não quero ascender,
quero seguir o meu caminho e que isso seja a melhor a coisa possível...
às vezes uma estrela é tão perto que a enxergamos longe,
o brilho ofusca e confunde a natureza das coisas...
Dentro do coração existe a luz,
só você pode achá-la...
Se você é forte num dia,
isso não significa que quebrará todas as pedras....
Pode significar que a única coisa que
te importa é o cheiro de vida pelos ventos...
Poesia é sentir a vida de uma forma sem forma,
é espalhar pelos cantos o cheiro da vida...

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Tá, eu explico... É mais ou menos assim:

Deixe rolar uma música - de preferência uma música que você goste de fato!
Pense aleatoriamente com uma caneta e um papel na sua frente, ou, se preferir - eu aconselho-, abra um documento no WORD e digite o texto.
Enquanto a música rola, escreva tudo que lhe vier a mente.

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Eu criei o texto ali à cima ouvindo isso (veja o vídeo):

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Perdoem-me os erros gramaticais! A intenção é só esvaziar a mente e não pensar em regras!

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

PREGUIÇA.

Existem dias em que a preguiça toma conta da gente, e tudo o que conseguissemos fazer é ficar sentando em frente ao computador, ou televisão, e deixar o dia passar.
Nestes dias, muito embora sempre exista alguém lhe arrumando o que fazer né mãe? a sua vontade é de não fazer nada. E, por conta de não fazer nada é que resolvi escrever isso aqui.
Sinceramente, tenho muitas coisas a fazer - e de fato já fiz bastante coisa hoje (juro!) -. porém, nesta exata hora ( a que me encontro frente a esse computador) tudo o que consigo fazer é digitar. Bom, e isso de forma vagarosa, por que na verdade nem to com tanto saco assim pra escrever.
Hoje, posso dizer que to meio pregadão. Meio sem vontade de fazer nada (ainda que já tenha feito alguma coisa). Sabe aquele dia que você acorda mas preferia continuar dormindo? Pois é, to assim hoje.

O que você tem a ver com isso? Pois é, talvez nada! Mas sério, se você leu até aqui é sinal de que esperava ler algo legal, e na boa, não estou em condições de fazer isso.

Se eu pudesse definir minha vontade, definiria ela assim:


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...E o pior é que o cachorrinho ainda faz força para tentar se virar, eu, nem isso consigo!

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Crônica I - Nostalgia.


Olhou pela janela... Lá estava ela na rua, parada em frente ao carro como que o aguardando. Usava um vestido florido que contrastava com o peso dos seus olhos castanhos.

Ele a encarou nos olhos. Buscava uma resposta para aquela situação.


Por quê? Por que alguém sai da sua vida assim, sem mais nem menos?

Por que ela não podia estar ali do lado dele? O que ele fez para merecer isso?


Ela esboçou um meio sorriso. Um sorriso triste, um sorriso frio, um sorriso longe.

Seus olhos contavam de sua alma, e o que ela dizia não era agradável.

Ele fechou a cortina embora desejasse continuar a olhá-la. Mas sabia que não era mais possível estarem juntos. Sabia que aquilo só aumentava a saudades que ele sentia por ela. Então, ouviu o barulho do carro sair. Uma lágrima rolou pela sua face.

Ele não entendia por que ela fazia isso. Era como se ela quisesse atormentá-lo.

Era como se ela desejasse vê-lo sofrer. E ele não conseguia impedir.

O relógio desperta. Ele acorda de sobressalto. Ao levantar, dá de cara com a foto dela sobre o criado-mudo, quase a mesma cena do sonho:

ela com o mesmo vestido florido parada em frente ao carro e um sorriso apaixonado nos lábios.

Já fazia uns dois meses que ele sonhava a mesma coisa. E até hoje ele não entendia por que aquele carro perdeu o controle e explodiu batendo em um caminhão?

Por que as flores do vestido dela pegaram fogo? Por que o seu sorriso se perdeu?

Por que ele fecha a cortina no sonho e a deixa ir embora?

Por quê? Por que ele permitiu que ela fosse viajar aquela noite deixando-o apenas com a foto sobre o criado-mudo?


segunda-feira, 9 de novembro de 2009

OUVE Essa!

Um comentário (anônimo) na postagem anterior me fez pensar:


Você houve o correto não seria ouve? Frank Sinatra?
Quem houve Frank Sinatra hoje em dia?

Pensei, pensei, pensei, passou quase uma semana e eu continuei a pensar.
Sim, o comentário me incomodou (uma pelos Erros gravíssimos de português e outra pelo sentido exato da pergunta, o de OUVIR Sinatra). Fez-me reavaliar algumas das minhas concepções.
Fez-me tentar entender por que o leitor achou tão absurdo eu ouvir Frank Sinatra?
Sei lá... Senti-me antiquado, velho e desinformado.
Mas, depois ergui a cabeça e reafirmei-me no palanque:

Por que eu não posso apreciar Frank Sinatra?
Qual o problema em buscar saber quem era Frank Sinatra?
Por que eu não posso gostar do tipo de música que ele faz?


Sinceramente, estou Cagando e Andando para o Tio Frank, mas, por gostar muito de música e apreciar (isso de uns tempos pra cá) a ecleticidade musical acabei por baixar um álbum dele ( baixei o álbum aqui). Ouvi o álbum e gostei. O Jazz de Sinatra é realmente algo digno de audiência. Aliás, tudo o que é culturalmente bem criado é digno de apreço. Ou melhor dizendo, não sou Fã do TIO SINATRA, só gosto de escutar coisas “novas”(neste caso, uma velha novidade).
E, realmente é verdade, tenho que concordar com o LEITOR ANÔNIMO do comentário: Quem HOUVE Frank Sinatra hoje em dia?

Acho que ninguém mesmo...

Mas, se perguntarmos “quem Ouve o Bonde do Tigrão?” tenho quase certeza de que o mesmo Leitor anônimo dirá:

- EU Tenho todos os álbuns deles! (se é que o bonde do tigrão tem mais de um álbum).

Onde quero chegar é:

Onde HOUVE Sinatra não se ouvia BONDE DO TIGRÃO (meu P... pé na tua M... Mochila), capite?

Ahhhh! E só pra não esquecer, O português mandou abraços!

terça-feira, 3 de novembro de 2009


Estava sentado no quintal de casa observando o dia passar - pensando na morte da bezerra e no agravamento das cabritas - com o MP4 nas orelhas, quando de repente, sob o efeito da Música Pênis Pennies from heaven de Frank Sinatra, um pensamento inexato (quase como ilusão) irrompe em minha cachola:

Olhei para as nuvens do céu. Elas me lembraram à fumaça de um cigarro.
Pensei: - Caralho, será que estamos no Pulmão do universo?

Ou, mais ou menos assim:

Imaginei Deus um ser gigantescamente gigantístico (de um tamanho inimaginável).
Ele teria a aparência de um Homem – Só que infinitas vezes maior.
Ele teria olhos, nariz, boca e todos os outros órgãos que os seres humanos têm.

(aqui pensei: “... Deus criou o homem em sua imagem e semelhança”)

Dos órgãos de Deus, nós – o universo que conhecemos - estaríamos distribuídos nos Pulmões de Gody. E, a terra seria uma ínfima parte do interior de um dos pulmões (talvez o esquerdo ou o direito). Então imaginei as nuvens como sendo a fumaça do cigarro de DEUS.

(Aqui lembrei: “... Deus criou o homem em sua imagem e semelhança”. Ué, e não é que algumas pessoas fumam?! Será que Deus quer que nós fumemos?).

Neste momento corri até meu PAIDRASTO e pedi um cigarro.
Acendi-o e tive vontade de rezar um “Pai nosso”.

A música ainda não terminara quando um pensamento conseguinte do primeiro reluziu:
Se o cigarro é algo que não faz bem a saúde, então, talvez, Deus (no meu pensamento) seja um SER que não goste muito de ouvir as coisas... Talvez seja um daqueles sujeitos que não se importam com a própria vida...

(Aqui concluí: “... Deus Criou o homem em sua imagem e semelhança”).

Caralho, e não é que o BIXO-HOMEM é parecido?! Tipo, estamos destruindo o mundo e nem se importamos... Acabando com a nossa própria vida e nem ligamos...


- CREDO! - pensei. - Será que estou tendo revelações divinas? Ou Frank Sinatra me aproxima de DEUS?
- Será que o INRI CRISTO (pra quem não o conhece - o que eu acho difícil, pois ele já é pop star -, é só clicar no link com o nome dele, ok?) escuta Frank Sinatra? ...Não não, INRI CRISTO escuta mesmo é BRITNEY SPEARS (confira você com seus próprios olhos) e Eu estou longe de ter revelações divinas ( o que tive foi um efeito colateral de uma ressaca!)...

Bom, pelo menos o que posso concluir é que minhas bebedeiras me aproximam do MISTÉRIO DO UNIVERSO, não?

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Dia dos mortos...

Uma lei natural da vida é a morte. Infelizmente (ou felizmente) temos que morrer (fazer o que, né?).
Eu, durante muito tempo acreditei que a morte fosse uma espécie de Mulher ingrata. Ou melhor, que ela fosse a síntese de um mistério que não faz sentido (a vida). Bom, passado algum tempo, essa idéia já não me é mais válida. Agora, acredito que somos presunçosos demais em achar que podemos desvendar os mistérios do criador! Rá! - Cansei de filosofar e não chegar a lugar nenhum!

Hoje, em homenagem ao dia dos mortos (clique no link para baixar o filme), deixo vocês com uma mensagem do Grande Raulzito...


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....Eu te detesto e amo morte. Morte que talvez, seja o segredo dessa vida!

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Ensinamento de Camaleão: n°2

Comecei o mês ensinando como agir sob o peso de uma separação - tá, não sou nem um Guru amoroso, e nem muito menos acredito ter ensinado algo novo. Apenas esclareci uma das minhas Fórmulas para não demonstrar fraqueza diante de um pé na bunda!...
Hoje, o ensinamento é outro. Mas, além de se aplicar facilmente a outras áreas de relacionamento, também é possível utilizá-lo nas áreas amorosas:

“Antes de confiar em uma pessoa, dedique-se a conhecer o seu passado...


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...Ou melhor, dedique-se a conhecer com que tipo de Drogas ela já manteve contato."

Decifra esse freud - parte 2

Sou uma pessoa que gosto de saber o que as outras pessoas sonham (sei lá, acho o fato de sonhar uma maravilha inexplicável). E, como ultimamente tenho dormido praticamente todos os dias com a minha namorada, desenvolvi o hábito de perguntar-lhe sobre os seus sonhos, como também de contar os meus
Outro dia desses, ao acordarmos, depois das saudações matutinas, perguntei-lhe sobre o que ela havia sonhado naquela noite. Eis o sonho dela (sucintamente):


Sonhou que íamos numa festa, e que nesta festa, a irmã dela dava em cima de mim, e que, por causa disso, ela brigava com a sua irmã.


Ela me perguntou sobre o meu sonho. Mas, na hora, não consegui lembrar o que havia sonhado (juro por Deus), e só fui lembrar mais tarde. Eis o meu sonho:

Nós estávamos numa fila: Eu, minha namorada e, coincidentemente, a irmã dela (a que dava em cima de mim no sonho dela). De repente, do nada, eu alço vôo. Começo a voar bem alto, e ao olhar para baixo, chamo por minha namorada:


- É sua vez, vem!


- Não consigo! Como você faz?


- É só deixar o corpo leve e se equilibrar no vento!


- Não consigo! – diz ela desistindo.

Então, como alguém que perde a vez na fila, sua irmã é quem começa a tentar a voar.
E, sem muito esforço, alça vôo e me alcança. Ao ver que sua irmã (minha cunhada) se aproximou de mim, percebo um certo ciúme de minha namorada (mas, mais um ciúmes por não ter conseguido voar do que de mim – tipo uma birra de criança). E ao vê-la assim, desço até ela e digo:

- Vamos pra casa! Você não sabe brincar!

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O que me chamou atenção nos sonhos à cima, é o fato de, tanto no sonho dela como no meu sonho, estarmos Eu, minha namorada e sua irmã. E existir, nos dois sonhos, praticamente o mesmo sentido: o ciúme de minha namorada (que nem é tão ciumenta na vida real e muito menos com sua irmã).

É tipo como se eu ou ela conseguíssemos saber o que o outro está sonhando e sonhar algo parecido. Sei lá, mas depois que lembrei do meu sonho e analisei o dela, fiquei maravilhado com as coincidências dos nossos sonhos...

Com os sonhos deduzi uma coisa: meu pênis é anormal Nós dois (eu e minha namorada) somos muito parecidos...




E Freud, onde quer que você esteja, CHUPA ESSA MANGA! Rá!

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

A queda!

Talvez, uma das coisas mais certas a que o Bicho-homem esteja sujeito é o TOMBO.
Pode ter certeza, se não cai enquanto grande, já caiu quando pequeno. E é fato, todo mundo vai cair um dia. Seja passeando na rua ou jogando futebol. Seja tomando banho, andando de bicicleta ou mascando chicletes. E, nesses tombos da vida, vamos agregando a nossa história pessoal, arranhões, fraturas, hematomas, luxações e cicatrizes (algumas das quais nos acompanharão pelo resto de nossas vidas).
No caso das cicatrizes, uma coisa não muda: você sempre vai ter uma na perna – provavelmente por que chutou algo que não devia ou tropicou em algo que estava no lugar errado na hora errada. Eu tenho uma na canela: Chutei a trave de madeira ao invés da bola em uma partida de futebol (isso exemplifica a minha habilidade em campo).



Esta semana, ao descer a escadaria da casa de minha sogra, lembrei da sensação deliciosa de cair. Escorreguei em um degrau e só fui parar uns três degraus abaixo.
Minha sogra, que acompanhou o tombo, me viu descer de bunda a escada aos berros:

- Cuidado! Cuidado! Ai meu Deus do céu!

Levar um tombo ao som de gritos não é nada agradável. Muda a intensidade da coisa:
Um tropicão e um simples tombo viram uma rasteira no beiral de um precipício.
E, pra quem cai, a sensação é de queda infindável. O tombo todo deve ter levado uns 2 segundos, mas, os gritos de minha sogra, me fizeram crer que não iria parar até que minha bunda não existisse mais.



Ao levantar, constatei alguns arranhões nas nádegas, nos dedos, no braço e uma forte dor no Cóquis, ou, o osso da bunda. Esta dor tem me perseguido desde então.
Seja no levantar, no sentar, no abaixar, lá está ela – ou melhor, aqui esta ela -, presente e viva como uma espécie de trauma. Agora, ao descer uma escada –qualquer que seja- rezo três “pais-nossos” e Duas “ave-marias” antes e desço a escada quase que como se estivesse pagando uma promessa de joelhos: Bem devagarzinho.


Bom, mas o melhor de tudo isso é saber tirar proveito da queda. Saber que ela veio pra me ensinar alguma coisa. O que aprendi com a queda?
Que devo prestar mais atenção nas coisas, que devo ter menos pressa, e que dor no osso da bunda dói pra caralho! ( Não sei, deve doer para o caralho também, mas aí já é outro assunto, e só sei dizer que eu sou o CARALHO para essa dor, capite?)....

Deixo vocês com uma sessão de tombos....


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...Por que todo mundo Cai...

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Insônia zero!

Ultimamente, minhas noites de SONO estão sendo divinas...
Não ando tendo nenhum problema em adormecer... Ou melhor, minha insônia resolveu dar uma trégua.
Pra quem ia dormir, quase todos os dias, por volta das 3h da madrugada, ir dormir às 00:30h já é um bom começo, né? (É, este é o horário que tenho ido me deitar ultimamente)...
Tenho tido tempo até pra sonhar - o que é uma coisa que eu adoro!
Mas... Eu estaria sendo injusto se eu dissesse que tenho conseguido isso sozinho. E, é este o motivo desta postagem... Ela é um agradecimento a minha parceira de concha: minha namorada (Fabiula). Sim, por que ultimamente, já não sei o que é dormir sozinho ( graças a Gody e ao cupido que nos flexou)...E, talvez, se esse RITUAL - o de dormir com ela - for interrompido, posso ter uma RECAÍDA INSONIAL (coisa que eu detestaria). E, foi pensando nisso que resolvi escrever sobre isso ( O que tbm é uma coisa lógica, por que se eu estivesse pensando em sexo, certamente escreveria sobre sexo, não?...Merda, foi só falar em sexo que meus pensamentos se perdem!).
Bom, mas retomando o fio da meada, o que pretendia de fato com esse POST é registrar as 5 (top five) melhores coisas que eu GOSTO quando estou dormindo com a minha NAMORADA:

1° - Nós dormimos de conchinha. Porém, antes da conchinha em si, ela deita com a cabeça no meu peito pra conversarmos. E, geralmente é nessas conversas que Fazemos planos e firmamos o nosso relacionamento ( Acredito que quando estamos com sono, nossos pensamentos ficam mais vulneráveis, e somos capazes de dizer as coisas que de fato passam pela nossa cabeça... E ultimamente, é neste acochego pré-sono que descubro o quanto nossa relação é sólida!).


2°- Ela me faz rezar. Sério, não tinha o hábito de rezar. E, sinceramente, sempre achei maravilhoso quem reza antes de dormir. O REZAR em si é, grandiosamente, uma questão livre de qualquer vínculo com religião e/ou dogmas cristãos (pelo menos eu considero). Acredito que é nessa hora que Preparamos nossa mente para alcançar objetivos e agradecer pelas coisas ao nosso redor. E o mais bonito nessa nossa Oração pré-sono é que sempre agradecemos a GODY pela nossa união.

3°- Ela é friorenta e eu calorento por demais. Quando nos unimos estabilizamos a temperatura.
Ou seja, Ela me esfria e eu esquento Ela (sem conotações sexuais, por favor!).

4°- Nós elaboramos uma brincadeira. Ganha quem dizer primeiro, depois de acordarmos, "EU TE AMO".
Geralmente sou eu quem ganho, mas, confesso que ultimamente ela tem se demonstrado uma ótima competidora...

5°- Por que não tem coisa melhor do que abrir os olhos e enxergar o teu amor do seu lado. Ainda mais de cara inchada (tá, é que eu acho ela LINDA com a cara inchada...Tipo, os seus olhinhos ficam tão cheios que ela fica parecendo uma japonezinha...Chamo-a de GAPA GIRL! Ela sempre ri - um sorriso meio-mal-humorado de quem acaba de acordar, mas, ainda assim uma graça!).



... É, eu também!

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Dia das Crianças...(atrasado)

Por que, às vezes, tenho a impressão que foi só meu corpo que cresceu...



















...Noutras, tenho certeza!!

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Por que a Pressa da Postagem anterior se Resume nesta foto:


Não não, não estava com pressa para comer bolo, e sim, por estava indo a um casamento!...
E também não escrevi a postagem anterior Bêbado. Eu não tinha tempo mesmo, e consegui escrever somente aquilo. Quer dizer, não sei nem como consegui escrever aquilo, por que eu mal sentei na frente do Computador e já ouvia a minha CARONA buzinar o carro...



Detalhe: Ela pegou o Buquê!

sábado, 10 de outubro de 2009

Pressa...

Já já estarei em um casamento...
Meu terno preto combina com a gravata verde que combina com o vestido da minha namorada... Será uma noite entanto, já planejei a minha vitória...

hahauahuahu....
até mais...

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Decifra esse freud!!



Acordei no meio da noite com vontade de ir ao banheiro. Levantei, fui até o vaso e esvaziei a água do meu joelho. Ao retornar a cama, pensei: Vou dormir do outro lado (com os pés para a cabeceira da cama). Virei o corpo na cama e adormeci. E aí abaixo segue o sonho que tive:

O monstro tinha cabeça de gente e o corpo de leão. Assemelhava-se a Esfinge - guardadora da entrada da cidade de Tebas (Grécia antiga) – mas, não possuía asas e nem o sexo feminino. Suas patas eram grandes e fortes e seu rosto – a face de um homem – era bastante jovem: tinha a pele lisa e os cabelos penteados para trás.

O dono dessa fera, que embora assustadora não parecia ser malévola, era o nosso vizinho. Ele a mantinha no quintal da sua casa como um animal de estimação. O bicho-monstro-fera era como um cachorro brincalhão. Mas, o problema é que, por possuir muita força, acabava, sempre quando queria brincar, machucando outros cachorros e/ou pessoas.

E aí começa o sonho de fato:

O bicho-monstro-fera começou a atacar – na verdade, só queria brincar – os outros cachorros. Ele se aproximava dos outros cães – que por sinal, latiam ferozes contra ele, por ele ser diferente dos demais – e distribuía patadas ‘afetivas’ que os desmantelavam. A cada patada do bicho-monstro-fera, os cachorros voavam distantes e, todos mortos.
A força do Monstro era descomunal, não havia cão que suportasse uma patada sua.
E após algum tempo, todos os cachorros da rua onde eu moro estavam mortos.


Nesta etapa do sonho, o nosso vizinho começou a se preocupar com o animal que adotara como bicho de estimação. Até por que, o comportamento do bicho havia se alterado: quando uma de suas filhas foi acariciar o monstro, ele pulou sobre ela e quase a matou. A fera parecia estar gostando de matar, de ser o mais forte dos animais das redondezas.
De repente, todas as pessoas da minha rua queriam caçar o Bicho-monstro-fera. Inclusive o próprio dono. Mas, como o animal possuía muita força, o medo acabava sendo maior que a coragem de enfrentá-lo.

E a Fera continuava a brincar... Só que agora, por não ter mais outros cachorros com quem se divertir (estavam todos mortos), sua mais nova diversão era correr atrás de carros e motos. E aí os prejuízos foram enormes: Pneus furados, capôs amassados, volantes arrebentados, bancos arremessados, motos esmagadas por inteiro.

A tensão e o medo de sair à rua era geral. Todos se trancafiavam em casa com medo do bicho. Poucos punham os pés para fora do quintal. E, apenas as crianças desafiavam esse isolamento. Eram as únicas que pareciam não estarem afetadas com o monstro.

Segue a cena:

“... O filho de outro vizinho meu, começou a andar de bicicleta pela rua.
A Fera estava quieta, descansando sob a sombra de uma árvore. De repente, a bicicleta passa por sobre algumas folhas secas. O som alcança os ouvidos da fera e ela sai correndo atrás do garoto. O menino tenta pedalar mais rápido e escapar, mas o bicho, além de tudo, era veloz. E sem muito esforço captura o menino com um pulo.
Fera e Menino rolam pela rua e caem num buraco. O garoto começa a gritar.
Todas as pessoas saem das suas casas e partem em direção ao buraco.
De repente, do nada, um trabalhador que estava ali por perto, surge com uma serra- elétrica. Ele entra no buraco e salva o garoto, cortando o Bicho-monstro-fera em pedaços. Eles retiram o filho do meu vizinho do buraco, e, também, o Bicho.
Comemoram o salvamento do menino e retornam pras suas casas.
O bicho-monstro-fera fica ali, esparramado no chão com o corpo cheio de retalhos.
Mas, ainda assim vivo... Coisa que ninguém percebeu, exceto meu primo:
Ele tomou a moto-serra do trabalhador e degolou o Monstro. Pegou a cabeça do bicho, e apontando-lhe ao céu (como alguém que exibe um troféu), disse:

- Agora acabou!


Neste momento eu acordei... O celular anunciava a hora de eu ir para o trabalho.

E sério, não tenho a mínima idéia do que esse sonho quis dizer...



...mas, talvez, Freud saiba, né Tio Fróid??

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Ensinamento de Camaleão: n°1

Para começar o mês de outubro com o pé direito, vai aí uma dica do CAMALEÂO:

Se algum dia você levar um chute de alguém, demonstre resistência! Não se ajoelhe a fraqueza. Se você parecer forte, a pessoa que te chutou se abalará -Sim, por que uma pessoa só chuta a outra com a intenção de se demonstrar mais forte. Mas, se assim proceder, nunca, por razão nenhuma deixe tranparecer (ainda que você esteja afetado) sua fragilidade...

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Ou seja, resumindo: Nunca esqueça de apanhar o seu boné depois de um coice. As pessoas podem achar que você ficou desorientado, o que, por certo, lhe conferirá fraqueza!

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Romance - Parte 1


Ela me olhou fundo nos olhos e começou a sorrir. Um sorriso de mulher apaixonada.
Disse que me queria, que aquele era o momento certo. Que precisava do meu calor para abrandar-lhe o frio da alma.
Pegou em minha mão, beijou-a. Tocou com leveza o meu semblante. Disse que cuidaria bem de mim. Fez-me promessas de amor eterno.
Fez-me carinho. Abraçou-me com seus braços gélidos e acolhedores. Deu-me amor.
E os minutos que passei ao seu lado foram belos, porém, de uma beleza triste.
Uma beleza vazia. Uma beleza pra lá dos caminhos da vida. Uma beleza de morte.


Meus olhos se voltaram para a luz, e por um momento, pude enxergar com clareza.
Olhei-a na face e, de repente, da meiguice terna de uma mulher só ficara os olhos.
O resto do seu semblante, que antes a penumbra do ambiente não me permitira ver, era recoberto por uma Pele pálida e mal tratada. Como se o inverno habita-se o seu corpo desde o nascimento. Seus lábios eram vermelhos, mas, de um vermelho desbotado e lúgubre. Como se o sorrir estivesse preso dentro deles há séculos.
Neste instante eu me assustei. Senti como se acordasse de um pesadelo, como se despertasse de um encanto. Ela riu do meu susto. Um sorriso alto e desnorteante.

Perguntei: - Morte?

Ela continuou a rir. A gargalhar. Uma insanidade estranha e hipnótica na sua boca. Riu-se por quase um minuto inteiro. Um sorriso de música à beira de um precipício.
De repente ela parou. Olhou-me com profundidade. Uma seriedade odiosa. Seus olhos foram como facas nos meus. Apregoaram-me a visão. Não consegui me mover.

Ela sussurrou: - Cuida-te ou te devoro!

Depois disso ela desapareceu. Sumiu. Tão rápida quanto uma estrela cadente. Tão veloz quanto um grito a velocidade da luz. Não ouvi nada. Não vi nada. Não percebi nada. Ela se esvaiu para a eternidade, arrastando consigo todo o oxigênio do ambiente.
Faltou-me o ar por mais ou menos uma hora. Cada vez que eu respirava tudo o que inalava era o seu veneno e me intoxicava mais e mais. E, Cada vez que tossia eu ouvia sua gargalhada. Como se ela estivesse me observando de algum lugar perto. Uma coruja fria na madrugada da minha vida. Olhos abertos e atentos a cada movimento meu.
Eu senti medo de me render aos seus encantos novamente. Sentia pavor quando lembrava o seu sorriso. Um medo de quem quer viver. De quem ama o amanhecer e o sol. Um medo de quem dará mais valor a vida depois desse primeiro encontro.
(escrito após um incidente perigoso... Pela primeira vez, senti faltar o ar de uma maneira horrorosa!)

quarta-feira, 23 de setembro de 2009


Deus dá asas para quem não sabe voar. Quer dizer, às vezes, ele até consegue alar alguém que se toca das asas que recebeu e assim alça vôo. Mas, acredito que na maioria das vezes, ele torna “passarinhos” aqueles que preferem o chão. Digo isso, por que vivo uma situação indigna. Ou seja, “faltam-me asas!” E, olho ao lado e ali está: um “bicho homem” terrestremente adaptado com longas asas de que não faz uso.


Vou ser mais específico...Saca só:

Eu, ultimamente, ando tendo alguns problemas de saúde e tal, que, sinceramente, não deveriam ser meus. Bom, não que deseje o mal para outros, mas, acredito que se houvessem algumas substituições de enfermidades, existiria um equilíbrio maior entre as pessoas. O que quero dizer é, se você não tem o hábito de beber – refiro-me a bebidas alcoólicas -, como muitas pessoas não têm, não lhe acarretaria muito problema se você sofresse de hipertensão arterial, não é? Todos sabem que o álcool eleva a pressão arterial e quem sofre de Hipertensão deve evitar o consumo de álcool.

Agora me respondam, Por que Deus dá a chamada “Pressão Alta” justamente para as pessoas que apreciam a bebida alcoólica?

Talvez ele deseje que a tal pessoa (que sofre de pressão alta) consiga conter suas vontades e desejos, instituindo um equilíbrio por conta própria. Mas, e se alcançar o EQUILIBRIO não for uma vontade desse mesmo sujeito? Sei lá, ninguém precisa ser igual a BUDA (que buscava equilibrar-se) pra ser feliz.



O mesmo vale para pessoas diabéticas. Por que assim, existem pessoas que não são muito fã de DOCES (eu, por exemplo), que não gostam muito de açúcar.

E, pergunto novamente, Por que Deus deixa diabético justamente a pessoa que AMA doce? Qual o propósito disso? É ou não é sacanagem divina?

(só lembrando que, quanto à enfermidade diabetes, não tenho muito conhecimento a respeito. Escrevo sobre ela como qualquer pessoa leiga escreveria: toda a pessoa leiga acha que se você é diabético, basta não comer doces, e, talvez, não seja bem isso!)


Lógico, Existe uma enorme gama de Exemplos que eu poderia usar aqui, mas, os listados a cima, já conseguem ilustrar onde quero chegar...


...E, onde quero chegar de verdade é aqui:


Tenho Hipertensão Arterial. Tá...na verdade, tenho uma pré-disposição para isso, e essa, já tem dado sinais de vida. Ou seja, não posso abusar muito de bebidas alcoólicas (não tanto quanto eu já abusei!). E, é aí que fico PUTIADO. Por que assim, conheço uma MULTIDÂO de pessoas que não gostam de beber, e esse não é o meu caso. Então por que eu?

Daí, vou à rua, e avisto os mendigos e também me indigno. Pô, os caras vivem as semanas inteiras, bêbados e chapados, e parecem, aparentemente - tirando de lado que eles estão acabados externamente-, que eles não sofrem de nenhuma doença grave.

Poxa, E eu que trabalho, que tento ser uma pessoa educada, que tento agir como um cidadão frente à sociedade, eu que nos finais de semana busco, como toda pessoa normal busca, me divertir um pouco, não posso consumir álcool, vê se pode...!?

Logo o álcool que me deixa pra cima (UP), que me anima, que ajuda a minha diversão, que me excita os pensamentos, que me trás poesia, que intensifica algumas emoções, logo ele...
Putz...


Minha mãe diz que pra se divertir não precisamos de bebida. Concordo com ela em parte. Por que assim, vamos combinar que, muito embora não precisemos de bebidas para nos divertir, elas ajudam bastante, não?

Tá... Eu sei que EXAGEROS não são muito agradáveis (principalmente os relacionados ao consumo de Bebidas alcoólicas), mas, essa não é uma regra exclusiva para o álcool, ela vale pra tudo. Até água em exagero faz mal.

E na boa, uma cervejinha gelada, uma roda de amigos, um bate papo agradável, só faz bem pra saúde. Por que é nessas horas que você consegue ver um pouco mais de graça na vida, é nessas horas que você percebe que a vida vale à pena. (tá... Eu também sei que existem mais umas quinhentas mil formas de dar valor a vida, mas, sinceramente, a forma que exemplifiquei não pode ser deixada de lado! NEVER!).


Bom, manifesto exposto, cabeça mais tranqüila... O jeito agora é me adaptar a essa nova vida e aprender a dar valor a um bom suco... \o/ ...


Deus Escreve certo por linhas tortas e ele deve ter os seus motivos para querer as coisas desse jeito... (espero que tenha mesmo, por que senão, no dia do juízo final, ele é que terá que prestar contas comigo... rsrsr...)
E é isso, além de ele dar asas para quem não sabe voar, também dá fígados para quem não sabe beber...

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Cinco Esses....(5s)

Acabei de voltar de uma palestra organizada pela minha empresa (ou melhor, pela empresa que eu trabalho). O assunto da palestra era a implantação de um Projeto organizacional de estratégias visando uma funcionalidade maior da Empresa em si.

O nome do projeto não é novidade alguma (pelo menos eu acredito) no setor empresarial: 5s, ou seja, os cinco sensos comportamentais: Utilização (seiri), organização (seiton), limpeza (seisou), higiene e saúde (seiketsu) e educação (shitsuke).

Mas, o motivo de eu estar aqui agora, não tem nada a ver com os 5s, e sim, com a Palestrante. Poizé, tudo por que eu tenho um ódio mortal de pessoas que se expõem a frente de outras pessoas, no intuito de lhes instruir sobre algo novo, e não respeitam o maldito Português. Quase não consigo tolerar de raiva e meu estômago borbulha de vontade de Ridicularizar a tal pessoa... Tá bom, eu sei que não sou nem um professor de gramática, mas, pelo menos, tenho a plena certeza de que não conjugaria verbos tão horrivelmente quando ela, a Palestrante.

Sério, alguém que diz em alto e bom som “... SÓ ASSIM TEREMO AMBUDANCIA DE PRODUTO...” não merece ser Front-man em uma palestra.

E a postagem de hoje é sobre isso. Ouvi atentamente a todos os Dinossauros gramáticos ditos pela Palestrante, anotei-os, e agora os compartilho com o leitor.

1- No data show estava escrito: “È uma forma de se relacionar melhor com os colegas de trabalho e até, quem sabe, instituir amizades no setor...”.

Ela leu: “É uma forma de SE RELACIONAR-SE melhor com os COLÉGA de trabalho e até, quem sabe, INSTITUIR-SE HONESTIDADES DO SETOR...”

(Que? Quem é que consegue ler Honestidades no lugar de amizades? Puta bola fora! Olhei para a menina que estava auxiliando a palestrante com o POWER-POINT – era ela quem adiantava os Slides-, e percebi uma gargalhada reprimida nos seus lábios).

2- No data show estava escrito: “Ter um LAYOUT funcional e prático”.

Ela leu: “Ter um LAI-ÓU-TI-QUE (Cuma?) funcional e prático”.

( sei lá de onde ela inventou essa palavra. Sinceramente, ela dizia essas coisas e nem ruborizava. Pensei: “mó sem vergonha essa tiazinha, hein?”. Olhei para a ajudante dela. Seu rosto avermelhou de leve. Notei que era ela quem se envergonhava pela parceira).

3- No Data show estava escrito: “Manter excelentes condições de higiene nas áreas comuns”.

Ela leu, ou melhor, inventou: “MANTER-SE EXCELENTE E EM CONDIÇÔES DE HIGIENE NAS ÁREAS COMUNS”.

(Bom, pelo menos uma coisa ela acertou nessa frase: Não dá pra aturar gente fedida trabalhando no mesmo lugar que você, né?Olhei para a ajudante dela. Senti um ar de tristeza percorrer-lhe o semblante).

4- No Data Show estava escrito: “Exercitar o aprendizado continuamente”.

Ela leu: “EXERCITAR-SE o aprendizado COSTUMEIRAMENTE”.

(foi o ápice. Olhei para a sala cheia e notei que todos repararam o erro, exceto a palestrante. Olhei para a ajudante dela e dessa vez ela não conseguiu se segurar.
Abaixou a cabeça entre os braços e se afinou de rir).

A palestra acabou e eu, atônito, não entendi por que a sala não saudou a palestrante com palmas (ela merecia uma gloriosa salma de palmas por se expor ao ridículo com tanta naturalidade, não?). Todos se levantaram rápido e foram embora. Não sei se eles gostaram da palestra, mas eu, com certeza adorei. Até por que é difícil você encontrar pessoas que se expõem a frente de outros e cometam tantos erros de português...


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...Não é seu presidente?

Ócio...(Joanicídio)

Dizem que Cabeça vazia é oficina do diabo. Eu acredito nesta frase, mas, só me perturbo com uma coisa: A câmera fotográfica seria uma ferramenta dessa oficina?




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Eu menti pessoal. A Joaninha já estava morta, eu só a incinerei. Foi um pedido dela enquanto viva. Ela queria que suas cinzas fossem jogadas em uma descarga. E eu, amigo das joaninhas só realizei seu desejo. Só registrei em vídeo a incineração por que ela tinha parentes distantes que não puderam acompanhar seu velório. Fiquei encarregado de lhes mandar uma cópia em vídeo do Momento final do seu corpo.




Daê Green Peace, Adoro vocês caras... E sou contra aos assassinos de joaninhas, falou?

domingo, 20 de setembro de 2009

Festerê...

Ontem teve festa lá em casa. Fazia um bom tempo que isso não acontecia. Quer dizer, que não acontecia do jeito que aconteceu. Estávamos todos reunidos: nossa família e nossos parentes. Foi uma algazarra só (também, pudera ? Pra família que eu tenho, tempo ruim não existe quando existe uma festa). Era o aniversário do meu PAI-DRASTO, e a idéia de uma festa com essa dimensão (tinham quase 70 pessoas em vota da churrasqueira lá em casa) foi dele: o velho ama um churrasquinho e uma cerveja gelada. E sério, a galera também. Então, negócio fechado, ? Juntam-se a fome e a vontade de comer e um boi morre. Não faltou cerveja e nem comida e muito menos animação, e a festa adentrou a madrugada.
Com tudo isso, concluí uma coisa: Tenho que parar de beber, e urgentemente!
Motivo primeiro: Minha namorada não me suporta bêbado.
Motivo segundo: Não sei me controlar.
Motivo terceiro: Descontrolado, eu acabo fazendo merda.
Motivo quarto: todas as anteriores.
Vou listar aqui 5 das piores/melhores coisas que eu já fiz bebaço:
1º - Dormi sem camisa e de bermuda no piso bruto do rancho lá de casa. Detalhe: era inverno!
2º - Andei em pé e com os braços abertos no bagageiro de uma bicicleta guiada por um amigo tão bêbado quanto eu. Resultado: Caí de cabeça no meio fio (sorte a minha não ter me machucado, por que o tombo foi feio).
3º - Discuti com a Mãe de uma PEGUETE que eu tinha. Disse que ela não entendia de amor e de rock (argumento ridículo, não?). Detalhe: ela nos pegou no flagra, nos amassos  e com o som no talo, na sala da casa dela. Diz aí: O que você faria se visse a sua filha com um cabeludo (eu era cabeludo na época), aos amassos, na sala da tua casa?
4º - Fui a um show de rock e, antes de entrar e ver a banda, resolvi fazer um esquenta. Resultado: não vi o show. Aliás, só acordei no outro dia na minha cama. Meus amigos e minha família me contaram algumas pérolas que cometi no dia (por que eu, sinceramente, não lembro):
  • Saí cantarolando e gritando com uma garrafa de pinga chechelenta pela rua: - A vida é uma mentira! Mas o mundo é maravilhoso! (sei lá de onde eu tirei isso!).
  • Disse que eu iria perambular pelo mundo (pensamento hippie?) e acabei dormindo em um ponto de ônibus em frente ao local do show. Meus amigos não me encontraram, mas a polícia sim. Eles vasculharam a minha roupa e acharam meu celular. Ligaram para a minha namorada da época (ela nem sabia que eu tinha ido para o show). Minha namorada ligou para a minha família e disse que a polícia tinha me prendido. Resultado: minhas orelhas doeram de tanto esporro que tomei!

5º - Saí com os amigos para uma badalação (estávamos na praia, em uma casa que alugamos) e, no meio da noite, perdi-me deles. Acordei só no outro dia, na areia da praia, mais ou menos, uns 10km de distância de onde nós tínhamos combinado de ir. Perguntei a eles por que eu fiquei sozinho e eles disseram: - tu ficou com uma mina e disse que ia dormir na casa dela (será que ela morava na areia?).


E aí, preciso ou não parar de beber? Acho que sim, ? Vou purificar minha corrente alcoólica... Ops... Digo, corrente sangüínea!




E lembrem-se: Quem brinca com fogo mija na cama, e quem bebe demais também!...



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....Pelo menos eu não me lembro de não ter conseguido calçar os meus chinelos!

sábado, 19 de setembro de 2009

Corrida!


Voltava do centro - Tinha ido pagar uma prestação qualquer - quando o avistei do outro lado da rua. Seus passos eram largos e rápidos e sua vestimenta era a de um atleta: calção esportivo, tênis de futsal e camisa do flamengo (deduzi que se tratava de um atleta pela camisa do flamengo... \o/).
Ele não olhou para mim, mas, pude perceber que entrou no jogo.
O meu oponente era, mais ou menos, 15 centímetros maior que eu – coisa que deixava ele em vantagem, já que sua perna era maior que a minha. E não obstante, ainda usava roupa e tênis adequados para uma corrida.
Eu, no alto dos meus 1, 72 cm de altura, vestia uma calça jeans, uma camiseta do Black Crowes e usava All STAR no pé. Ou seja, teria que ganhar dele na Raça – posto que não estava vestido para uma competição.
A largada foi dada no exato momento em que atravessei a rua. Ele me olhou rápido e disparou na minha frente. Pensei: Putz, vai ser foda vencer esse cara!
Ele permaneceu na minha frente durante uns 10 segundos. E, talvez, por perceber que eu havia notado que ele era maior que eu, acreditou que eu desistiria.
Foi quando liguei o TURBO, e uma injeção de trifosfato de adenosina embalou-me as pernas. Passei-o. Percebi que ele se sentiu ofendido, pois, passados 5 segundos, ele se postou na mesma linha que eu. Caminhamos lado a lado durante, mais ou menos, 30 segundos, quando, por um descuido meu – um tropeção em um maldito pedregulho- deixei meu oponente em vantagem. Ele se afastou por uns 3 metros. Mas, por ocasião do semáforo que avermelhou para os pedestres, consegui alcançá-lo. Nesta altura do campeonato, senti meu corpo suar e minha respiração acelerar. Olhei para o meu adversário e ele parecia tranqüilo, nenhum sinal de excitação. Pensei: essa deve ser a estratégia dele: fingir que está tranqüilo, que não está fazendo esforço para me vencer.
O sinal esverdeou para os pedestres. Larguei em vantagem e apertei o passo para manter-me na frente. Neste momento contabilizei uma coisa: A cada dois passos meus, ele dava um passo largo. Logo, seu eu acelerasse e desse 3 passos enquanto ele um, eu estaria em vantagem sempre.
Pus em prática a minha nova estratégia e mantive-me na frente por um bom tempo. Até cheguei a pensar que ele havia desistido de me vencer.
Então, olhei para frente, e numa fração de segundo, pude perceber pelo reflexo de uma vitrine, que ele havia sacado o meu plano. Seu semblante pelo reflexo, deixou-me entrever uma espécie de ódio. Pude ouvir o seu pensamento: Agora você me paga seu nanico!
Notei que a disputa iria pegar fogo e, por saber que o meu adversário tinha mais vantagens que eu, acelerei o passo ainda mais. Não foi o bastante. Ele, em pouco tempo me alcançou. Neste momento, meu anjo da guarda desceu dos céus e colocou mais um semáforo vermelho na nossa pista. Os ânimos dele haveriam de esfriar com o sinal vermelho. Eu aproveitei para tomar fôlego. Nesta hora lembrei-me de um comentário de minha mãe: filho, tu engordou um pouquinho, né? Essa lembrança perturbou a minha concentração e eu não percebi a silhueta do boneco esverdear no semáforo.
Ele largou na frente, e pior, seus ânimos ainda estavam aguçados. O meu anjo da guarda, que tentou obstruir a pista com um sinaleiro para me ajudar, olhou pra mim e disse: - Sorry man!
Meu oponente pareceu decidido a ganhar. Estava mais veloz que antes e abriu uma larga vantagem a minha frente. Nesta hora, meus ouvidos foram atacados pela voz de minha mãe: filho, tu engordou um pouquinho, né? Filho, seu gordo! Gorducho, gordinho, gordão da mamãe.
Senti-me um gordo. E, tanto é verdade que a palavra tem força, que quase abandonei a corrida. Olhei para a minha barriga e percebi que minha mãe falava a verdade. Eu, de fato, estava mais gordo. Desanimei. Olhei a frente e lá estava o meu adversário: Magro e veloz, cantarolando a sua vitória.
Mas, como os pensamentos são como macacos em uma árvore - pulam de galho em galho-, logo, postei-me a pensar coisas motivadoras. Lembrei de grandes vencedores da história da humanidade: Ayrton Senna, Pelé, Popeye, Capitão planeta, etc. Lembrei que eles nunca desistiam no meio do caminho. E, impulsionado por essas forças motivacionais, tomei fôlego e, como se uma injeção de espinafre percorresse-me as veias, disparei em velocidade.
Ultrapassei meu oponente sem nenhum esforço. Ele me olhou de canto de olho e pareceu não acreditar quando me viu passá-lo. Neste momento, da rua a minha frente, eu só conseguia enxergar uma linha, a linha da vitória. E foi esta linha que foquei.
Do meu inimigo, depois que eu lhe ultrapassei, só consegui ouvir um lamento derrotoso:
Droga, aquele nanico me venceu!
E foi assim, venci a corrida. Pelo menos até onde eu precisava chegar. Olhei para a trás e o vi entrar, também, no seu destino. Ele parecia humilhado. Li seus pensamentos: Putz, Perdi a corrida!
Cheguei em casa, troquei de roupa ( a minha estava quase ensopada de suor) e sentei afim de descansar. Foi aí que notei: Minha panturrilha e meu abdômen doíam tanto, mas tanto, que nem consegui me orgulhar de ter vencido a corrida.

No outro dia, contei a história para meu amigo de trabalho e ele me soltou essa:
- Às vezes o cara nem te viu... Só estava andando rápido mesmo e tu achaste que ele estava querendo andar mais rápido que tu.... ha há há!


Parei pra pensar e me senti idiota. Será mesmo que eu estava apostando corrida sozinho? Bom, pelo menos de uma coisa eu tenho certeza, EU GANHEI!



A foto não tem nada a ver com nada, mas, achei legal......rsrsr....

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Guarda do Embaú...

A nossa ida à praia foi maravilhosa. Todas as pessoas que lá também estavam contribuíram para que o passeio fosse MANEIRO. O lugar era/é extremamente bonito.


Uma perfeita obra de Deus. A casa em que nos abrigamos era confortavelmente agradável, e os dias que passamos dentro dela não serão apagados de nossas memórias nunca. Ou melhor, pra falar a verdade, há uma maneira de apagá-los sim: Basta a Galera seguir o mesmo ritmo de FUMADAS que seguiu lá na praia e pronto, em poucos dias as coisas não existirão mais. Mas, pra ser sincero, o Astral do lugar permitia-nos loucuragens como Fumar Maconha e beber qualquer coisa que contivesse álcool. E como tal, nesse quesito, a Galera não desanimou.

Nós chegamos na sexta a noite, mais ou menos às 23h00min da sexta, Depois de alguns desencontros – coisa que era previsivelmente passível de acontecer visto que não conhecíamos o lugar. Mas o que importa mesmo é que conseguimos chegar (na verdade, se não fosse o primo da minha namorada, conhecedor do lugar, e o nosso motora, cunhado dela, talvez nem tivéssemos chegado, Rá!). Ao chegarmos fomos recepcionados com fogos de artifícios e serenatas espanholas percebemos que tínhamos sido os últimos a chegar (o que é interessante, por que nas nossas contas seríamos os primeiros). Enfim, instalamo-nos na sala, parte da casa que serviria como o nosso quarto durante os três dias restantes. Deixamos nossos pertences em um canto e, CERVEJA PRA QUE TE QUERO. Logo cedo o pessoal já estava todo enturmado (sim, por que tinham pessoas que nós não conhecíamos). Então, reunimo-nos no nosso quarto, ou melhor, na sala, e resolvemos fazer uma LUAL à luz elétrica.




A sala/quarto servia de ponto de encontro entre todas as pessoas da casa. Nela é que planejávamos o que faríamos durante os dias. E ela funcionava assim: Durante o dia era SALA, aberta a todas as pessoas presentes na casa, e a noite (quando desejávamos dormir), era Quarto, ou seja, acesso restrito e exclusivo nosso – eu e minha namorada.


Nesse primeiro encontro da Galera da casa no LUAL elétrico foram descobertos alguns talentos:




- Neném: O improvisador chapado – Bastava existir uma melodia e ele inventava músicas na hora. Geralmente as letras se limitavam a falar de Drogas e alucinações, mas, o Talento do garoto não pode ser descartado. Ele, com toda a certeza, faria Sucesso em um boteco chechelento , ou, quem sabe, num manicômio.




- Chico: O bolador de Beck UNIMEMBRO – Coisa incrível mesmo! O cara é um exemplo de perseverança. Eu, que possuo os dois braços e as duas mãos, não consigo enrolar um baseado tão bem quanto ele, que só tem um braço. E pensar que tem gente que reclama da vida, né?




- Vina: O alucinado – Este, em todos os dias que ficamos na casa, não vi sóbrio nem um dia. Um Exemplo a não ser seguido. Ou melhor, siga-o desde que você odeie a vida lúcida. Mas, sério mesmo, poucas pessoas conseguem ficar tão chapadas e ainda assim, continuar a ser gente-fina. O Vina é um deles. Até quando ele estava mal e prestes a ter um infarto, ele continuava alegre e divertido. Quando perguntaram se ele estava bem, em uma hora que ele havia dito que estava se sentindo mal, ele respondeu:
- Cara, só estou com um pouco de falta de ar, mas, o resto ta tudo certo!


O Lual elétrico durou quase toda a madrugada de sábado. No sábado pela “manhã” a ressaca era visível em todas as pessoas da casa. Porém, ela não foi forte o suficiente para inibir o entusiasmo da Galerinha (bom, sinceramente, não podíamos nos deixar abalar por qualquer ressaca. Tínhamos uma Geladeira cheia de cerveja -foram compradas 20 caixinhas de latinha- ainda para esvaziar). E, como desperdiçar é um pecado, logo após um sucinto café da manhã no sábado, já estávamos de pé para mais uma batalha (quero dizer, Beberalha – Trocadilho tosco!).


Enquanto bebíamos pra poder organizar de que forma aproveitaríamos melhor a GUARDA DO EMBAÙ, descobrimos mais um Talento do Improvisador chapado, neném: O cara cozinha Horrores!


O nosso almoço foi preparado por ele. Entre baseados e goles, foi criada uma deliciosa macarronhada... Ops... Digo Macarronada:


Logo após o delicioso almoço, descansamos um pouquinho (até por que ninguém é de ferro) e fomos a LA PRAIA. O tempo não era um dos melhores, mas, até que nos divertimos a beira mar. Nós, meninos, jogamos uma pelada na areia macia, e as meninas, ficaram a admirar os surfistas (menos a minha é claro!)...


Voltamos para a casa pertinho do cair da tarde. Tomamos banho e nos preparamos para a janta: O Metre Neném prometeu-nos uma deliciosa surpresa. Todos aguardaram ansiosos... Também, pudera né? Depois do almoço que ele nos preparou! Mas, dessa vez, como a galera não queria perder muito tempo, ele acabou fazendo um cachorro quente (mas nem por isso indigno de aplausos). Saímos a noite. Como havíamos combinado, fomos até uma trilha de pedras que orlava a praia. Ficamos lá, sentados entre as pedras, por boa parte da madrugada. O lugar é realmente fascinante, mas, como estava à noite, as fotos não ficaram muito boas.



(diga-se de passagem, essa foi a melhor foto!)



No outro dia, eu e minha namorada voltamos no mesmo lugar, mas aí, fomos enquanto era dia. As fotos a seguir ilustram esse passeio.













Bom, essas são só algumas fotos do lugar. Existem bem mais fotos de onde estas saíram, mas, ficaria chato se eu postasse todas aqui. Deixo essas somente para que vocês possam confirmar que o lugar é lindo.

Fomos embora na segunda-feira a tarde. Enfrentamos um baita de um engarrafamento na estrada. Porém, nem o engarrafamento e nem a vontade de MIJAR que eu estava dentro do carro (me apertei mais ou menos por 3 horas até que eu pudesse me aliviar), foram suficientes para estragar o final de semana que passamos. Guarda do Embaú vale a pena, quando puderem visitar, eu lhes asseguro uma ótima viagem.

Deixo vocês com o HINO da nossa Viagem:

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Inté mais pessoal, com mais uma histórinha de Camaleão...

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Um Camaleão dentro de um Aquário...Ou, numa linguagem mais Denotativa, alguém que Vive uma flexível versão de Si mesmo. Não morreria por quem sou agora, mas, talvez, por quem poderia vir a ser amanhã... Dentro do Aquário, quer dizer que estou dentro da VIDA....Quer dizer que VIVO! E este Blogue, nasceu com o único propósito de Descarregar algumas das minhas Ilusões, dos pensamentos, dos contos que Pairam pela minha Mente, das coisas que já fiz...Enfinx, é uma mistura de Diário da vida com Um diário de uma imaginação...